O Aeroporto Internacional Hercílio Luz, localizado em Florianópolis, destacou-se como o terminal com o menor índice de conexões perdidas em 2025, conforme avaliação realizada pela AirHelp, uma empresa que se dedica a defender os direitos de passageiros em casos de atrasos e cancelamentos. Dentre 196 terminais analisados ao redor do mundo, o aeroporto brasileiro recebeu uma pontuação de 9, superando Tallinn, na Estônia, e o aeroporto de Goiânia, que obtiveram notas de 8,97 e 8,95, respectivamente.
A análise considerou a proporção de conexões perdidas em relação ao total de voos realizados, atribuindo uma nota que varia de 0 a 10. Segundo os resultados da pesquisa, Florianópolis se destacou por proporcionar operações mais ágeis e um menor risco de perda de voos.
Por outro lado, alguns aeroportos brasileiros apresentaram resultados alarmantes. O Aeroporto de Guarulhos ficou na 193ª posição com uma nota de 4,08, enquanto Congonhas registrou 4,41 na 180ª colocação. Brasília também teve desempenho insatisfatório, com um índice de 4,46 ocupando a 178ª posição.
A avaliação revelou que outros aeroportos do país tiveram resultados medianos. Porto Alegre marcou 8,33; Cuiabá alcançou 8,00; Curitiba obteve 7,23 e Manaus ficou com 6,92. Terminais localizados no Nordeste, como Fortaleza, Salvador e Recife, receberam notas entre 5,79 e 6,03, o que indica dificuldades tanto estruturais quanto operacionais.
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Para os viajantes, situações de voos problemáticos com conexões podem garantir compensações que podem chegar a R$ 10 mil. Isso é válido caso haja comprovação de prejuízos financeiros ou morais decorrentes de atrasos significativos ou overbooking. As normas estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor e pela ANAC asseguram que as vítimas dessas situações recebam a assistência adequada e as reparações necessárias.
Os dados da pesquisa ressaltam a relevância da eficiência logística e da transparência nas operações para melhorar a experiência dos passageiros. Além disso, o estudo destaca como os problemas tendem a se acumular em grandes aeroportos urbanos onde o volume elevado de passageiros e voos contribui para uma operação mais complexa.








