Descubra as 10 cidades brasileiras onde é possível viver bem com um orçamento reduzido

Um estudo que considera dados de plataformas de locação residencial e informações da tabela FipeZap, realizado pelo QuintoAndar, revela as 10 cidades brasileiras com o menor custo de vida para seus habitantes.

É importante lembrar que o custo de vida pode variar conforme a localização dentro da cidade, a renda familiar, hábitos de consumo e a estrutura familiar. Contudo, as cidades que apresentam os menores custos gerais no Brasil possuem características comuns: um mercado imobiliário diversificado, uma base industrial ou agropecuária local e, consequentemente, menores despesas logísticas relacionadas ao consumo de produtos e alimentações.

A seguir, conheça as 10 cidades brasileiras com o custo de vida mais baixo:

1. Guaratinguetá (SP)

Situada no Vale do Paraíba, entre São Paulo e Rio de Janeiro, Guaratinguetá frequentemente figura entre os municípios paulistas com os menores custos relativos.

Ainda que esteja em um dos estados mais caros do Brasil, a cidade apresenta aluguéis consideravelmente mais baixos em comparação à capital paulista e Campinas, além de ter preços razoáveis em alimentação e transporte.

Fatores como uma economia diversificada – centrada no turismo religioso, comércio regional, prestação de serviços e pequenas indústrias – juntamente com uma oferta imobiliária adequada ajudam a manter os preços acessíveis.

O turismo associado ao Santuário de Frei Galvão impulsiona a economia local sem criar a mesma pressão sobre o mercado imobiliário que é observada em outras cidades turísticas mais concorridas.

Média estimada de aluguel: entre R$ 900 e R$ 1.800/mês (média aproximada de R$ 1.350).

2. Anápolis (GO)

Anápolis é um dos principais polos econômicos do Centro-Oeste brasileiro, com população superior a 400 mil habitantes e localização estratégica entre Brasília e Goiânia. Esse posicionamento favoreceu sua transformação em um importante centro industrial.

A cidade abriga o Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), um dos maiores da região, destacando-se pela presença das indústrias farmacêuticas e de distribuição.

A solidez econômica local contribui para a oferta de empregos e manutenção da renda enquanto o custo da habitação se mantém relativamente baixo em comparação às capitais vizinhas.

Outro ponto positivo é sua infraestrutura urbana avançada, com bons hospitais, universidades e uma ampla rede comercial que minimiza a necessidade de deslocamentos para outros centros urbanos.

Média estimada de aluguel: entre R$ 1.000 e R$ 2.100/mês (média de R$ 1.550).

3. Mossoró (RN)

Mossoró é uma das cidades mais relevantes do Rio Grande do Norte e um dos principais centros urbanos do interior nordestino. Seu custo de vida é considerado baixo devido a vários fatores: oferta imobiliária acessível, intensa produção agrícola (especialmente frutas para exportação), setor salineiro ativo e indústria petrolífera.

A cidade também possui uma rica vida cultural, destacando-se eventos tradicionais como o Mossoró Cidade Junina que fomentam o turismo local, além do comércio e serviços.

Média estimada de aluguel: entre R$ 800 e R$ 1.700/mês (média de R$ 1.250).

4. Uberaba (MG)

No Triângulo Mineiro, Uberaba combina um porte urbano significativo com custos razoáveis, sendo um dos maiores centros brasileiros relacionados ao agronegócio e à pecuária genética.

A força desse setor impacta diretamente nos preços da alimentação e logística local. A cidade também conta com boa infraestrutura nas áreas da saúde e educação, incluindo instituições universitárias reconhecidas.

Pessoas que desejam evitar os altos custos praticados em Belo Horizonte ou São Paulo encontram em Uberaba uma alternativa atrativa sem abrir mão da infraestrutura urbana necessária.

Média estimada de aluguel: entre R$ 1.000 e R$ 2.200/mês (média de R$ 1.600).

5. Novo Hamburgo (RS)

Novo Hamburgo faz parte da Região Metropolitana de Porto Alegre e apresenta um custo de vida inferior ao da capital gaúcha. Tradicionalmente ligada à indústria calçadista, a cidade desenvolveu uma economia industrial robusta combinada com um forte setor terciário.

Embora o estado do Rio Grande do Sul enfrente variações econômicas, Novo Hamburgo continua oferecendo aluguéis mais acessíveis do que Porto Alegre, mantendo o acesso à estrutura metropolitana por valores mais baixos.

Média estimada de aluguel: entre R$ 1.100 e R$ 2.300/mês (média de R$ 1.700).

6. Teixeira de Freitas (BA)

Teixeira de Freitas se destaca como o principal polo urbano do extremo sul baiano ao unir crescimento econômico a custos relativamente baixos.

A cidade atua como centro regional para saúde, educação e comércio para diversos municípios vizinhos, resultando em redução dos gastos com serviços essenciais para seus moradores.

Ademais, seu mercado imobiliário ainda não apresenta alta especulação se comparado a cidades litorâneas na Bahia, fator que ajuda a manter o custo geral acessível.

Média estimada de aluguel: entre R$ 700 e R$ 1.500/mês (média de R$ 1.100).

7. Viçosa (MG)

Navegando novamente por Minas Gerais, Viçosa é notável por conseguir manter custos acessíveis mesmo sendo uma cidade universitária significativa.

A presença da Universidade Federal de Viçosa atrai estudantes nas áreas agrárias, biológicas e alimentares; essa comunidade estudantil aquece vários setores locais como alimentação, transporte e moradia compartilhada.

A despeito dos bairros adjacentes ao campus apresentarem preços elevados, o custo médio na cidade tende a ser inferior ao encontrado em grandes centros universitários no Brasil.

Média estimada de aluguel: entre R$ 900 e R$ 2.000/mês (média aproximada de R$ 1.450).

8. Imperatriz (MA)

Imperatriz é considerada a segunda maior cidade do Maranhão e se afirma como um importante centro econômico no interior nordestino. Localizada na divisa com Tocantins e entre as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, possui vantagens em comércio logístico além das cadeias agroindustriais locais.

A proximidade com corredores estratégicos favorece sua expansão econômica sem elevar significativamente os custos relacionados à habitação ou aos serviços básicos oferecidos à população.

Média estimada de aluguel: entre R$ 800 e R$ 1.800/mês (média aproximada de R$ 1.300).

9. Ji-Paraná (RO)

Sendo também a segunda maior cidade em Rondônia, Ji-Paraná tornou-se um centro relevante para comércio e prestação de serviços na Amazônia Ocidental.

A economia local gira em torno da agropecuária bem como do comércio regional; os custos residenciais são moderados nesta região caracterizada pelo menor adensamento urbano que resulta em menos pressão sobre o mercado imobiliário.

Média estimada de aluguel: entre R$ 700 e R$ 1.600/mês (média cerca de R$ 1.150).

10. Sobral (CE)

Pelo último item desta lista temos Sobral no interior cearense; ela se destacou nacionalmente pela gestão pública eficiente na educação bem como no desenvolvimento urbano sustentável.

A cidade é reconhecida por seus altos índices educacionais dentre os melhores do Brasil; investimentos nas áreas da saúde pública também são notórios aqui assim como melhorias na mobilidade urbana.
Além disso, oferece custos acessíveis frente às capitais nordestinas enquanto se posiciona geograficamente entre Fortaleza e Teresina;

Média estimada para aluguéis fica na faixa entre R$ 800 atéR $ 1 900/mês (média de R $: 1350).

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